a ciência e a arte de se viver num mundo digital

Smartphone para o “W”

Ouça o bate papo gravado via Skype entre Renato Castilho, Adilson J. Casas e Alexandre Recco.

- Randy Pausch morreu!
- Knol: a wikipedia do Google
- E o CUIL que eu tenho com isso
- VMWare e Ubuntu não dá certo
- O “W” se rendeu ao smartphone
- Driblando o radar de velocidade
- E o Vista, agora vai?
- Desenvolver para o iPhone

 
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iPhone em mãos

 
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iPhone é mais que telefone

Smartphones no Brasil

O nosso país carrega a sina de ser pobre, coitado, miserável, enfim, de ser atrasado e que tudo que há de bom e melhor só existe lá fora, e essa idéia prevalece desde as classes mais ricas até as mais pobres.

E o que isso tem a ver com smartphones? Posicionamento de mercado.

O smartphone é um aparelho mais sofisticado no que diz respeito as suas funções e uso, portanto entra naquela categoria de “coisa sofisticada”, coisa de primeiro mundo. E pensando assim as operadoras de celular no Brasil cobram mais caro mesmo pelo simples fato de considerar esse tipo de serviço/aparelho não compatível com a “realidade brasileira”, já que a grande “massa” dos consumidores tupiniquins usa o serviço de celular pré-pago.

Resumindo o que as operadoras pensam:

Você quer usar esse tipo de serviço? Então PAGUE por ele, porque você não é como os demais e sendo assim podemos e devemos te cobrar mais.

Aliás, como eu disse no começo deste post, esse tipo de pensamento também vale para muitos outros serviços e produtos encontrados no nosso dia-a-dia. Quem quiser fugir do comum e do ordinário será penalizado por isso.

Alguém lembra de um presidente que pediu a volta do FUSCA e concedeu benefícios as montadoras para fabricar carros com motor 1.0? É a filosofia do “é para trás que se anda…”